Dr Paulino Souza Neto Vascular Surgery, Endovascular Surgery

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A Insuficiência Venosa Crônica é doença cosmopolita e atinge grande parte da população. Seu grau mais severo de manifestação é a Úlcera Venosa aberta (grau 6) ou cicatrizada (grau 5).
As úlceras são mais comuns em pacientes com passado de Trombose Venosa Profunda, e estão associadas a uma conjunção de patologias venosas.
As veias perfurantes incompetentes estão diretamente relacionadas ao surgimento destas úlceras.
Assim o tratamento em todos os níveis é fundamental para a resolução destes casos.
Fundamentado neste conceito aplico uma técnica diferenciada de Ligadura Subfascial Endoscópica de Perfurantes (SEPS)
Com esta técnica modificada e a associação de outros recursos terapêuticos obtive índice de cicatrização de 82% dos pacientes em 60 dias, e diminuição dos sintomas em todos.
Outro fator fundamental para o surgimento destas são as Compressões Venosas Pélvicas, cujo maior expoente é a Síndrome de Cockett ou May-Thurner. 
Seu tratamento é fundamental para a resolução desta condição patológica.
Colabora também sobremaneira o refluxo através de troncos varicosos, sendo sua abordagem també fundamental (vide Varizes). 
A chave para um resultado superior é a identificação adequada dos segmentos venosos acometidos e intervenção de maneira eficiente em cada um destes segmentos.
Desta forma podemos abordar cirurgicamente pacientes com feridas abertas, tratar suas causas, e obter sucesso terapêutico em sua grande maioria.
A Úlcera Venosa que permanece aberta por mais de 10 anos apresenta risco de degeneração para câncer, sendo conhecida como úlcera de Marjolin.
A cicatrização da úlcera venosa e a prevenção de sua recorrência constitui ainda um grande desafio ao cirurgião vascular.
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